sábado, 21 de outubro de 2017
domingo, 5 de junho de 2016
TEXTO-CNIDARIOS-PROF-MOISES
TEXTO
DE BIOLOGIA ( PROF-MOISES ) TEMA -Filo Cnidaria
Em geral, os cnidários são animais marinhos que
nadam livremente ou vivem sésseis em substratos. Podem viver sozinhos ou então
em colônias e eles são diblásticos,acelomados e também
possuem simetria radial. Os cnidários possuem um ciclo de vida dimórfico,
ou seja: eles têm duas morfologias adultas (medusoide e polipoide).
Os cnidários possuem células de defesa e também
possuem cnidócitos, células que auxiliam na alimentação e que
são dotadas por uma estrutura adesiva denominada cnida.
A cnida mais comum é chamada nematocisto, que ao
ser estimulado pode disparar uma substância que fere ou mata outros
organismos.
Estrutura Corporal
O corpo dos cnidários possui uma abertura que
funciona como ânus e boca ao mesmo tempo. Essa abertura tem contato com a cavidade
gastrovascular (ou celêntero). Externamente a essa cavidade existe uma
camada de células epidérmicas (destinadas à proteção),
enquanto que internamente existe a gastroderme, que liberam sucos
gástricos na cavidade gastrovascular para auxiliar na digestão de
alimentos.
Além disso, as partículas parcialmente digeridas
são envoltas por vacúolos digestórios que finalizam o processo de digestão e
absorção. Há ainda uma camada entre a epiderme e a gastroderme – a
mesogleia. Ela é um tecido conjuntivo gelatinoso que promove sustentação ao
corpo.
De acordo com sua morfologia (forma do corpo),
os pólipos são tubulares, tendo uma abertura (a boca)
coberta de tentáculos. As medusas têm
forma de guarda-chuva com uma abertura no centro e tentáculos na borda.
Observação: Nos cnidários surgem pela primeira vez
algumas células nervosas simples que se encontram entre a mesogleia e a
epiderme.
Classificação dos Cnidários
Classe Hydrozoa: são os hidrozoários, como a Hydra e
a Physalia (caravela). Maioria com pólipos predominantes e em colônias.
Classe Scyphozoa: são os cifozoários ("água-viva", ou
"medusa"). Possui gêneros como Aurelia e Tamoya.
O estágio predominante é medusoide.
Classe Cubozoa: cubozoários, como "vespa-do-Pacífico".
Um pólipo produz uma única medusa após metamorfose.
Classe Anthozoa: antozoários, com fase polipoide predominante. São
as anêmonas-do-mar e corais.
Os corais possuem carbonato
de cálcio sobre sua superfície, que é continuamente secretado
pela epiderme. Os chamados corais pétreos são extremamente importantes, pois
quando mortos servem de substrato para novos corais e outros
animais. Também são uma proteção para a linha costeira contra
furacões, tsunamis e erosões. Alguns grupos de corais fazem simbiose com algas,
que lhe fornecem nitrogênio e auxiliam no seu crescimento em troca de
nutrientes, que nem sempre estão disponíveis na água.
Um fenômeno importante para ser estudado é o branqueamento de corais que ocorre quando há morte de
algas (e por consequência os corais também morrem). Essas mortes ocorrem pelo aumento
da temperatura global e os corais são extremamente sensíveis a estas
mudanças, sendo, portanto, ótimos indicadores das mudanças climáticas.
Reprodução dos Cnidários
Pode ser assexuada, por brotamento.
Quando em determinadas regiões do animal surgem brotos que podem se desenvolver
em um novo indivíduo e este pode separar-se e viver isolado ou continuar preso
ao indivíduo, formando uma colônia.Já a reprodução sexuada, em
geral, é representada por uma fase medusoide. Ocorre pela união de
gametas masculinos que nadam em direção aos femininos. Após a fecundação, que
ocorre dentro do corpo do indivíduo, surge o zigoto que se desenvolve em
embrião. Em algumas casos o zigoto origina uma larva ciliada chamada plânula.
Estrutura
Corporal do Cnidários
TEXTO
DE BIOLOGIA ( PROF-MOISES ) TEMA -Filo Cnidaria
Em geral, os cnidários são animais marinhos que
nadam livremente ou vivem sésseis em substratos. Podem viver sozinhos ou então
em colônias e eles são diblásticos,acelomados e também
possuem simetria radial. Os cnidários possuem um ciclo de vida dimórfico,
ou seja: eles têm duas morfologias adultas (medusoide e polipoide).
Os cnidários possuem células de defesa e também
possuem cnidócitos, células que auxiliam na alimentação e que
são dotadas por uma estrutura adesiva denominada cnida.
A cnida mais comum é chamada nematocisto, que ao
ser estimulado pode disparar uma substância que fere ou mata outros
organismos.
Estrutura Corporal
O corpo dos cnidários possui uma abertura que
funciona como ânus e boca ao mesmo tempo. Essa abertura tem contato com a cavidade
gastrovascular (ou celêntero). Externamente a essa cavidade existe uma
camada de células epidérmicas (destinadas à proteção),
enquanto que internamente existe a gastroderme, que liberam sucos
gástricos na cavidade gastrovascular para auxiliar na digestão de
alimentos.
Além disso, as partículas parcialmente digeridas
são envoltas por vacúolos digestórios que finalizam o processo de digestão e
absorção. Há ainda uma camada entre a epiderme e a gastroderme – a
mesogleia. Ela é um tecido conjuntivo gelatinoso que promove sustentação ao
corpo.
De acordo com sua morfologia (forma do corpo),
os pólipos são tubulares, tendo uma abertura (a boca)
coberta de tentáculos. As medusas têm
forma de guarda-chuva com uma abertura no centro e tentáculos na borda.
Observação: Nos cnidários surgem pela primeira vez
algumas células nervosas simples que se encontram entre a mesogleia e a
epiderme.
Classificação dos Cnidários
Classe Hydrozoa: são os hidrozoários, como a Hydra e
a Physalia (caravela). Maioria com pólipos predominantes e em colônias.
Classe Scyphozoa: são os cifozoários ("água-viva", ou
"medusa"). Possui gêneros como Aurelia e Tamoya.
O estágio predominante é medusoide.
Classe Cubozoa: cubozoários, como "vespa-do-Pacífico".
Um pólipo produz uma única medusa após metamorfose.
Classe Anthozoa: antozoários, com fase polipoide predominante. São
as anêmonas-do-mar e corais.
Os corais possuem carbonato
de cálcio sobre sua superfície, que é continuamente secretado
pela epiderme. Os chamados corais pétreos são extremamente importantes, pois
quando mortos servem de substrato para novos corais e outros
animais. Também são uma proteção para a linha costeira contra
furacões, tsunamis e erosões. Alguns grupos de corais fazem simbiose com algas,
que lhe fornecem nitrogênio e auxiliam no seu crescimento em troca de
nutrientes, que nem sempre estão disponíveis na água.
Um fenômeno importante para ser estudado é o branqueamento de corais que ocorre quando há morte de
algas (e por consequência os corais também morrem). Essas mortes ocorrem pelo aumento
da temperatura global e os corais são extremamente sensíveis a estas
mudanças, sendo, portanto, ótimos indicadores das mudanças climáticas.
Reprodução dos Cnidários
Pode ser assexuada, por brotamento.
Quando em determinadas regiões do animal surgem brotos que podem se desenvolver
em um novo indivíduo e este pode separar-se e viver isolado ou continuar preso
ao indivíduo, formando uma colônia.Já a reprodução sexuada, em
geral, é representada por uma fase medusoide. Ocorre pela união de
gametas masculinos que nadam em direção aos femininos. Após a fecundação, que
ocorre dentro do corpo do indivíduo, surge o zigoto que se desenvolve em
embrião. Em algumas casos o zigoto origina uma larva ciliada chamada plânula.
Estrutura
Corporal do Cnidários
domingo, 8 de maio de 2016
TEXTO-PORIFEROS-MOISES
Filo Porifera (poríferos) Prof: Moises


Reprodução dos Poríferos


A reprodução também pode ser sexuada por meio da união de gametas feminino e masculino e consequente formação de zigoto. Após o desenvolvimento do zigoto ele transforma-se numa larva ciliada, chamada anfisblástula, que nada até encontrar um substrato para se fixar e desenvolver até a vida adulta. Em geral, são hermafroditas.
Assunto: Filo Porifera
Tópicos:
características gerais, estrutura corporal e reprodução
Poríferos - Características Gerais
Os
poríferos são os animais menos complexos do Reino Animal. Eles são aquáticos,pluricelulares,
acelomados e seu corpo se caracteriza por ser extremamente poroso. São poros por onde a água passa e, em seu
interior, há uma porção de canais flagelados com um sistema de filtração das
partículas alimentares. Não possuem órgãos nem sistemas e, em geral, também não
possuem simetria. São organismos sésseis e fixos (em alguns
casos têm movimento limitado). Os poríferos Podem ter várias formas de
crescimento (incrustrantes, ramificadas, tubulares), coloração, tamanho e a
maioria é marinha, podendo se fixar em corais, rochas, conchas e outros
substratos.

Estrutura CorporalA estrutura corporal dos poríferos é formada por
uma camada externa (chamada pinacoderme) e uma camada mais interna
(chamada coanoderme). De acordo com a coanoderme, tem-se três designs
anatômicos:
Ascon: camada de coanoderme simples e contínua (são as
menores esponjas);
Sicon: coanoderme se dobra e torna-se dupla;
Leucon: coanoderme é altamente dividida em câmaras (são
as mais adaptadas à filtração).
Na figura abaixo é possível identificar cada design distinto. A cavidade
indicada pelo número 1 denomina-se átrio, e é onde a
água fica para ser filtrada. Já a abertura indicada pelo número 2, é o ósculo,
um poro por onde a água é expelida.

Reprodução dos Poríferos
Pode
ser assexuada por meio de fragmentos de
esponjas que geram novas. Pode ocorrer brotamento, que é mais raro,
quando a porção de uma extremidade se desprende. E pode ocorrer também a formação
de gêmulas, que são semelhantes a esporos já que são estruturas de
resistência que podem sobreviver a situações de temperatura extrema, por
exemplo.


A reprodução também pode ser sexuada por meio da união de gametas feminino e masculino e consequente formação de zigoto. Após o desenvolvimento do zigoto ele transforma-se numa larva ciliada, chamada anfisblástula, que nada até encontrar um substrato para se fixar e desenvolver até a vida adulta. Em geral, são hermafroditas.
TEXTO-DIVISÃO CELULAR-MOISES
TEXTO DE BIOLOGIA ( TEMA DIVISÃO CELULAR ) PROF: MOISES.
Tema Divisão CelularA divisão celular é um processo
pelo qual as célula (unidades básicas da vida) se reproduzem e não só,
originando duas ou mais células filhas semelhantes à célula materna ou
progenitora. A capacidade de divisão celular é variado em relação ao tipo de
célula e a sua função.Todos os organismos uni. ou pluricelular têm a capacidade
de se reproduzirem para a manutenção da espécie, logo tudo isso tem um começo,
que é a divisão celular que é a perpetuação da vida.Nos seres eucariontes a
divisão celular divide-se em duas etapas distintas:
mitose que é o processo universal de divisão.
- citocinese que é divisão do citoplasma em células filhas.
- interfase que é um período de intensa atividade e síntese de crescimento.dividido emG1 , S , G2(antes,durante e após a duplicação do DNA )
- citocinese que é divisão do citoplasma em células filhas.
- interfase que é um período de intensa atividade e síntese de crescimento.dividido emG1 , S , G2(antes,durante e após a duplicação do DNA )
Função da Divisão Celular
A divisão celular tem como função
(através da sua capacidade metabólica)a manutenção da vida enquanto
conseguir(uma célula dá origem a uma outra célula). Através desta divisão as
células-filhas terão pelo menos metade ou mesma quantidade de material genético
da mãe onde há uma hereditariedade através da reprodução ou divisão celular
normal ou tem como função e com fidelidade passar o programa genético de uma
geração celular para a geração seguinte(a cromatina da célula mãe, é replicada
ou separada recebendo as células filhas uma quantidade do DNA da mãe).Tem como
função também a reconstituição celular, crescimento e desenvolvimento de um
pluricelular por exemplo através de um zigoto unicelular.
A divisão pode ter diferentes
velocidade nos diferentes tecidos celulares com diferentes funções.
Tipos de Divisão Celular
A mitose que as células filhas terão a mesma
quantidade de cromossomas replicadas em dois possuindo um numero diploide(2n)
que são células somáticas, e a meiose que dividem-se a quantidade de
cromossomas pelas células filhas que possuem um numero haploide de cromossomas
(n).
Comparação entre os processo
de divisão celular
|
Mitose
|
Meiose
|
|
- Resulta em duas células geneticamente iguais
|
- Resulta em quatro células geneticamente diferentes
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|
- Não há redução do número de cromossomos
|
- Há redução do número de cromossomos
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|
- Não há permuta gênica entre cromossomos homólogos
|
- Normalmente ocorre permuta gênica entre os cromossomos homólogos
|
|
- Ocorre em células somáticas
|
- Ocorre em células germinativas
|
|
- A duplicação do DNA antecede apenas uma divisão celular
|
- A duplicação do DNA antecede duas divisões celulares
|
|
- Uma célula produzida por mitose, em geral, pode sofrer nova mitose
|
- Uma célula produzida por meiose não pode sofrer meiose
|
|
- É importante na reprodução assexuada de organismos unicelulares e na
regeneração das células somáticas dos multicelulares
|
- É um processo demorado (podendo, em certos casos, levar anos para se
completar)
|
|
- Não há redução do número de cromossomos
|
- Há redução do número de cromossomos
|
É fundamental saber comparar a mitose e
a meiose. Algumas doenças resultam de alterações nesses tipos básicos de
divisão celular. A síndrome de Down, por exemplo, é provocada por erros na
divisão celular que podem ocorrer durante a formação dos gametas ou na divisão
do zigoto.
A mitose ocorre em todas as células
somáticas do corpo e, por meio dela, uma célula se divide em duas,
geneticamente idênticas à célula inicial. Assim, é importante na regeneração
dos tecidos e no crescimento dos organismos multicelulares. Nos unicelulares,
permite a reprodução assexuada. Já a meiose só ocorre em
células germinativas, com duas divisões sucessivas. A célula-mãe se divide em
duas, que se dividem de novo, originando quatro células filhas com metade dos
cromossomos da célula inicial: são os gametas, geneticamente diferentes entre
si.
Dessa forma, a meiose tem papel
fundamental na reprodução sexuada. E não se esqueça: durante a meiose
normalmente há troca de genes entre cromossomos homólogos, o que aumenta a
variabilidade gênica da espécie. Vale ainda lembrar que a mitose e a meiose
apresentam quatro fases características: prófase, metáfase, anáfase e telófase,
com formação de fuso protéico e condensação dos cromossomos. Nos dois casos, a
duplicação do DNA antecede as divisões celulares
sexta-feira, 6 de maio de 2016
TEXTO-VIRUS-3 ANOS
TEXTO( TEMA VÍRUS )
BIOLOGIA-PROF: MOISES
Assunto: Vírus
Tópicos: classificação, estrutura, reprodução, doenças
Os Vírus
Os vírus são um grupo de
organismos que não é classificado dentro de nenhum reino, embora
eles estejam em toda a parte tendo o poder de infectar quaisquer outras formas
de vida, desde bactérias até animais e plantas.
Sem classificação?
O sistema de classificação
universal não inclui os vírus porque eles não têm características básicas dos
organismos em geral. Como por exemplo, os vírus não têm uma organização
celular e também não possuem metabolismo próprio. Sua
existência só foi comprovada no fim do século XIX, quando surgiram os
microscópios mais modernos. Porém, antes disso já se supunha a existência de
seres capazes de causar algumas doenças.
Estrutura dos Vírus
Os vírus são seres
microscópicos considerados parasitas intracelulares obrigatórios,
ou seja: eles necessitam de um hospedeiro para se reproduzir
(sem o hospedeiro os vírus ficam inativos). A estrutura viral é formada
por:
DNA ou RNA:
Capsídeo: composto
por proteínas, protege o material genético tem característica metaestável, ou
seja, devem tornar o genoma estável protegendo-o, mas quando for necessária a
infectar o hospedeiro para se reproduzir, ele deve liberá-lo rapidamente;
Envelope:
membrana viral, formada a partir da membrana do hospedeiro.
Nucleocapsídeo:
material genético + capsídeo;
Matriz:
proteína que preenche o espaço entre o capsídeo e envelope
Reprodução dos Vírus
Como os vírus dependem de seu
hospedeiro para sobreviver, eles não podem ser muito bem sucedidos para não
matar seu hospedeiro, mas ao mesmo tempo não podem ser tão passivos ao ponto em
que as defesas de seu hospedeiro impeçam seu crescimento e os eliminem.
A multiplicação viral ocorre
em cinco etapas:
1) Adsorção: é
o processo de colisões dos vírus ao acaso. As células possuem receptores para
os vírus, alguns têm receptores exclusivos;
2) Penetração: o
vírus penetra na célula hospedeira por endocitose ou por fusão com a membrana
celular;
3) Síntese de proteínas: são
fabricadas pelo vírus novas proteínas e ácidos nucleicos;
4) Montagem de novos vírus: os
novos vírus (partículas virais) vão sendo montados;
5) Liberação: por lise da membrana celular, eles são liberados para infectar novas células hospedeiras;
Obs.: Uma
única partícula viral pode formar de 1.000 a 10.000 novas partículas virais por
célula.
Vírus e Doenças
Vírus e Doenças
A disseminação dos vírus é
muito efetiva, já que eles possuem hospedeiros de todos os tipos. O alcance dos
vírus acaba sendo muito grande porque eles podem infectar humanos, animais
marinhos, morcegos e aves migratórias.
A disseminação pode ocorre por
contato com fezes, saliva (tosse, fala, beijo, aerossóis), sangue, urina,
sêmen, leite e lesões de pele. Há inúmeras doenças de grande importância que
assim são disseminadas, como dengue, hepatite viral, febre amarela,
caxumba, sarampo, catapora, herpes, além das doenças causadas
pelo ebola, pelo hantavírus, pela influenza e
pelo HIV. Diante de um conjunto de doenças tão grande que podem
ser causados pelos vírus, seres dos quais nunca poderemos nos livrar, fica
clara a importância da prevenção (higiene e proteção adequada), do diagnóstico
e dos tratamentos corretos.
HIV: o vírus da Aids
Também chamada de síndrome
da imunodeficiência adquirida, é uma doença que causa uma intensa
debilitação, prejudicando o sistema imune e, assim, deixando o indivíduo
exposto a infecções de todos os tipos.
O HIV é
chamado retrovírus pois possui RNA e uma
enzima capaz de sintetizar DNA a partir do RNA viral, chamada transcriptase
reversa. O DNA produzido sintetizará novas moléculas de RNA e formará novas
partículas virais, criando uma infecção no hospedeiro. O vírus ataca os linfócitos
T (leucócitos ou glóbulos brancos) do sangue, que produzem anticorpos
e, portanto, impede a defesa do corpo, tornando-o vulnerável a inúmeras
infecções causadas por outros organismos como bactérias, fungos, protozoários e
outros vírus.


sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
MOTIVANDO-2018
TEXTO O CARPINTEIRO
Um velho carpinteiro estava para se aposentar. Contou
a seu chefe os planos de largar o serviço de carpintaria e de construção de
casas para viver uma vida mais calma com sua família.
Claro que sentiria falta do pagamento mensal, mas necessitava
da aposentadoria.
O dono da empresa sentiu em saber que perderia um dos
seus melhores empregados e pediu a ele que construísse uma casa como um favor
especial.
O carpinteiro consentiu, mas com o tempo, era fácil
ver que seus pensamentos e coração não estavam no trabalho. Ele não se empenhou
no serviço e utilizou mão de obra e matéria prima de qualidade inferior.
Foi uma maneira lamentável de encerrar sua carreira.
Quando o carpinteiro terminou o trabalho, o construtor
veio inspecionar a casa e entregou a chave da porta ao carpinteiro e disse:
- Esta é a sua casa, é meu presente para você!
Que choque! Que vergonha! Se ele soubesse que estava
construindo sua própria casa, teria feito completamente diferente, não teria
sido tão relaxado.
Agora iria morar numa casa feita de qualquer maneira.
Assim acontece conosco. Construímos nossas vidas de
maneira distraída, reagindo mais que agindo, desejando colocar menos do que o
melhor.
Nos assuntos importantes não empenhamos nosso melhor
esforço. Então, em choque, olhamos para a situação que criamos e vemos que
estamos morando na casa que construímos. Se soubéssemos disso, teríamos feito
diferente.
Pense em você como um carpinteiro. Pense sobre sua
casa. Cada dia você martela um prego novo, coloca uma armação ou levanta uma
parede. Construa sabiamente!
Mesmo que tenha somente mais um dia de vida, esse dia
merece ser vivido graciosamente e com dignidade.Sua vida de hoje é o resultado
de suas atitudes e escolhas feitas no passado. Sua vida de amanhã será o
resultado das atitudes e escolhas que você fizer hoje.
TEXTO ( O pote quebrado )
Um jovem carregador de água sempre levava dois potes
pendurados em cada ponta de uma vara.
Um dos potes tinha uma rachadura pequena, enquanto o
outro estava inteiro e sempre chegava completo de água no fim da longa jornada
entre o poço e a casa do patrão do carregador.
O pote rachado sempre chegava apenas com a metade da
carga de água. Assim foi por dois anos, diariamente, o carregador entregando um
pote e meio de água na casa de seu chefe.
Claro, o pote perfeito estava orgulhoso de suas
realizações. Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição e
sentindo-se miserável por apenas ser capaz de realizar metade do que lhe era
designado fazer.
Depois de algum tempo, o pote rachado disse ao o
homem, à beira do poço:
- Estou envergonhado, quero pedir-lhe desculpas.
- Por quê? – perguntou o homem – De que você está
envergonhado?
- Nesses dois anos só fui capaz de entregar metade da
minha carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que boa parte da água
vaze pelo caminho da casa de seu senhor. Por causa do meu defeito, mesmo tendo
todo esse trabalho, você não ganha o salário completo pelos seus esforços.
O homem apenas acenou com a cabeça. No caminho para a
casa de seu senhor, o homem disse ao pote: Você notou como existem flores no
seu lado do caminho? Notou que, dia a dia, enquanto voltávamos do poço, era
você quem as regava? Por dois anos pude colher essas flores para ornamentar a
mesa do meu senhor. Se você não fosse do jeito que é, ele não poderia ter tanta
beleza para dar graça a sua casa.
PROFESSOR MOISES-BIOLOGIA ( SEJAM BEM VINDOS )
domingo, 3 de agosto de 2014
TEXTO-CODIGO FILOGENETICO )
APOSTILA ( TEMA CODIGO FILOGENÉTICO ) PROF:
MOISES
Em sã consciência, poucas pessoas se arriscariam a colocar lado a lado
porcos e baleias, como se fossem parentes próximos. Sair chamando galinhas de
dinossauros ou cobras, animais rastejantes por excelência, de bichos de quatro
patas causaria um grau parecido de estranheza. Contudo, mudanças como essas,
com cara de absurdo, mas fundamentadas pela própria história da vida na Terra,
são algumas das consequências mais instigantes do PhyloCode (uma abreviação
inglesa para "código filogenético"), um novo sistema para denominar e
classificar os seres vivos que promete reconduzir a evolução, de longe a idéia
mais importante e unificadora da biologia, de volta a seu devido lugar.O principal idealizador do PhyloCode é o americano Kevin de Queiroz, um californiano de 45 anos que é, ele próprio, um enigma classificatório. "Sim, o meu sobrenome é português", diz Queiroz, "mas o meu avô era mexicano e se chamava Padilla. Ele mudou de nome várias vezes, volta e meia adotando nomes portugueses. Queiroz é o nome que ele usava quando meu pai nasceu." Para completar, o especialista em répteis do Museu Nacional de História Natural, em Washington, também tem sangue japonês. "Acho que meus nomes e meu sangue são bem misturados", brinca.
De qualquer maneira, essa confusão genealógica não atrapalhou os traços característicos da personalidade do pesquisador: ordem, lógica, coerência interna. "Eu sou uma pessoa que se esforça muito para ser logicamente consistente. E, além disso, gosto muito de pensar sobre as consequências lógicas das coisas, e isso às vezes leva a idéias novas, como a nomenclatura filogenética."
Apesar de esquisita, essa palavrinha de origem grega tem um significado que não é nem um pouco extravagante: a filogenia consiste em olhar a diversidade das formas de vida como uma grande família, organizando criaturas em grupos de parentesco e descendência. Tudo muito de acordo com a biologia evolutiva, sem dúvida.
Mas acontece que a maneira usada para organizar os seres vivos há quase 250 anos, argumenta Queiroz, não leva esse princípio básico em conta. De fato, o sistema até hoje usado para designar as formas de vida, conhecido de qualquer um que já tenha usado o indefectível Homo sapiens para incrementar uma redação de colégio, é a nomenclatura lineana.
Seu criador, o botânico sueco Carl von Linné ou Carolus Linaeus (1707-1778), elaborou o conceito de um nome duplo, ou binômio, de origem latina ou grega, cujo primeiro termo (Homo) designava o gênero, um agrupamento mais amplo de organismos, enquanto o segundo (sapiens) era o nome pessoal e intransferível de cada espécie. As espécies lineanas eram agrupadas em gêneros, depois em famílias, ordens (a da humanidade, até hoje, é a dos primatas), classes e reinos.
De qualquer lado que se olhe, a arquitetura teórica de Lineu (como é geralmente chamado em português) foi um avanço mais do que respeitável: para dar uma idéia, naturalistas europeus da era pré-lineana eram obrigados a chamar uma simples roseira silvestre de Rosa sylvestris alba cum rubore, folio glabro. O binômio de Lineu reduziu ao mínimo necessário essa tagarelice latina e, de quebra, suas categorias ajudaram a impor um pouco de critério científico, como o uso de semelhanças anatômicas, numa época em que os animais eram divididos em selvagens e domésticos, ou terrestres, aquáticos e aéreos.
Rebocado, pintado e ampliado, o edifício lineano continua firme de pé. O grande problema, porém, é que Lineu fixou seu sistema em 1758 -exatos 101 anos antes da publicação de "A Origem das Espécies", de Charles Darwin, o livro que instala de vez a evolução no trono da biologia. Para Lineu, as subdivisões da vida eram só um recurso prático, organizacional: "A invariabilidade das espécies é a condição da ordem [na natureza]", proclamava o naturalista, filho de um pastor luterano. É difícil achar algo mais distante do que queria Darwin: "Nossas classificações deverão se tornar, até onde for possível adequá-las, genealogias". A frase, não por acaso, abre o artigo de Queiroz que se tornou o embrião do PhyloCode.
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